segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BANCADA DO PETROLÃO TENTARÁ DRIBLAR A CASSAÇÃO


listão da propina 01

A cassação de deputados e senadores enrolados no Petrolão pode ser inviabilizada por uma antiga regra, não escrita, que já livrou muitos deles da perda de mandato: ninguém é punido por quebra de decoro sobre fato ocorrido em legislaturas anteriores. Segundo essa regra, ficariam livres de processo toda a Câmara e um terço do Senado, que em fevereiro tomam posse de mandatos obtidos nas últimas eleições.

A regra de não cassar por fato ocorrido antes do mandato livrou vários mensaleiros cujos processos foram adiados para a legislatura seguinte.

O procurador-geral Rodrigo Janot já avisou que somente em fevereiro, após o início da próxima legislatura, denunciará a bancada do Petrolão.

A deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), enrolada no escândalo da Caixa de Pandora, livrou-se da cassação usando a “regra não escrita”.

A regra fez a Câmara “cozinhar” a cassação de Genoino e João Paulo, do PT-SP, Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT). Leia mais na Coluna Cláudio Humberto.

Como o mensalão, petrolão é a máfia sem capo



Na noite da chegada do verão carioca, aberto oficialmente às 21h03 de um domingo abafadiço, com picos de 39,1 graus no Rio, Venina Velosa da Fonseca esquentou a pauta do Fantástico. Com os lábios no trombone há dez dias, a ex-gerente da Petrobras falou à repórter Glória Maria. Contou uma novidade: além dos alertas enviados por e-mail, conversou pessoalmente com Graça Foster, em 2008, sobre irregularidades que grassavam na estatal.

No mais, Venina repetiu o que o repórter Juliano Basile já havia noticiado no diárioValor Econômico. Com uma diferença: a letra fria do jornal foi substituída pela cara compungida da denunciante na tevê. Voz tranquila, pausas adequadas, português correto, raciocínio lógico, tudo em Venina parecia afastá-la do perfil de doidivanas contrariada que a Petrobras tenta traçar nas linhas e, sobretudo, nas entrelinhas de seus comunicados oficiais.

Num dos trechos mais inquietantes da entrevista, Venina repetiu de viva voz uma passagem que saíra no jornal. Ela foi à sala do seu superior hierárquico, o então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, para reportar irregularidades que farejara em contratos da área de comunicação. Sugeriu a apuração dos desvios. Paulo Roberto, hoje delator e corrupto confesso, teve uma reação inusitada.

“… Ele ficou muito irritado comigo. A gente estava sentado na mesa da sala dele, ele apontou para o retrato do presidente Lula, apontou para a direção da sala do Gabrielli [então presidente da Petrobras] e perguntou: você quer derrubar todo mundo? Aí eu fiquei assustada e disse: olha, eu tenho duas filhas, eu tenho que colocar a cabeça na cama e dormir. No outro dia, eu tenho que olhar nos olhos delas e não sentir vergonha.”

Procurado, Lula não quis comentar as declarações de Venina. Natural. Paulo Roberto tornara-se diretor da Petrobras em 2004, sob Lula. Era da cota do PP, um dos partidos do conglomerado governista. Mas Lula, como sabem todos, não sabia de nada. A propósito, Lula veiculara mais cedo, também no domingo, um vídeo no qual declara que “o povo quer mais ética”. E aconselha Dilma Rousseff a “continuar a política de forte combate à corrupção.”

Lula nem precisava dizer. Também neste domingo, 11 jornais latino-americanos veicularam uma entrevista da presidente da República. Nela, Dilma declara que não há uma crise de corrupção no Brasil, informa quer não existem pessoas intocáveis no país e sustenta que a petroladroagem só toma de assalto as manchetes porque a Polícia Federal do seu governo é extraordinariamente implacável.

Considerando-se que Lula não sabia e que Dilma nada enxergara nem no tempo em que presidira o Conselho de Administração da Petrobras, resta concluir o seguinte: a exemplo do que sucedera na época do mensalão, a excentricidade da não-crise atual é a corrupção acéfala, a máfia sem capo.

Onde estão os chefes? Eis a pergunta que parte da plateia volta a se fazer, sem obter resposta. Enquanto Lula e Dilma reivindicam o papel de cegos atoleimados, Graça Foster, que também não viu coisa nenhuma, pede para ser vista como a mulher menos curiosa do planeta.

Graça alega que os e-mails que Venina lhe enviou eram confusos. A denunciante lamenta não ter sido procurada para desfazer a confusão. “Nós sempre tivemos muito acesso”, contou Venina. “Eu conhecia a Graça na época que ela era gerente de tecnologia, na área de gás, e eu era gerente do setor, na área de contratos. Éramos próximas. Então, ela teria toda a liberdade de falar: ‘Venina, o que está acontecendo’?”

Na Petrobras e no Planalto, insinua-se que Venina não é santa. Ainda que seja pecadora, interessa saber se o que ela diz procede. Por sorte, a denunciante já presto depoimento de cinco horas ao Ministério Público Federal. Repassou documentos aos procuradores. Tudo a reforçar que a sensação de que a maior estatal do país tornou-se uma Chicago sem Al Capone.

Josias de Souza

Lula afirma em vídeo que ‘povo quer mais ética’



Lula veiculou um vídeo na internet neste domingo. Na peça, ele assume o papel de intérprete da vontade popular. Qual a mensagem que o povo quis passar nas urnas de 2014? Lula enumerou meia dúzia de recados do eleitor. Sem mencionar o escândalo da Petrobras, que envolve ex-diretores acomodados na estatal durante sua gestão, o padrinho de Dilma Rousseff incluiu a ética em sua lista.

“Acho que a lição que ficou é a seguinte: o povo quer mais democracia, mais participação, mais esperança, mais ética, quer ser mais ouvido. O povo quer continuar sonhando. Acho que essas são as mensagens que a presidenta Dilma deve assimilar do resultado eleitoral. E fazer do seu mandato um mandato histórico. O povo está mais exigente, o povo quer mais, está sabendo mais das coisas…”

Referindo-se ao segundo turno da disputa presidencial, na qual sua afilhada prevaleceu sobre o tucano Aécio Neves pela diminuta vantagem de cerca de 3 milhões de votos, Lula enalteceu a participação popular. “…Uma parte da sociedade assumiu a campanha da Dilma para se contrapor aos setores conservadores que queriam evitar a continuidade”.

Lula ensina no vídeo o que Dilma precisa fazer para que seu segundo mandato seja um sucesso. Entre outros conselhos, mencionou a necessidade de “continuar a política forte de combate à corrupção em que toda e qualquer coisa tem que ser dita, e sempre ser dita, porque um governo não tem que esconder absolutamente nada”.

O mentor de Dilma não disse, mas talvez fosse aconselhável também evitar a nomeação de gatunos.

Alguma coisa subiu à cabeça de Dilma Rousseff



Dilma Rousseff concedeu uma entrevista a 11 jornais latino-americanos. Lendo-se as respostas percebe-se que alguma coisa subiu à cabeça da presidente da República. Ainda não se sabe o quê. Mas é possível dizer que não se parece com bom senso. Segundo a presidente, “o Brasil não vive uma crise de corrupção, como afirmam alguns.” Espantoso!

O país ainda não se refez do mensalão. E o procurador-geral Rodrigo Janot já prepara para fevereiro um lote de pedidos de investigação e denúncias contra dezenas de congressistas pilhados com a mão na cumbuca da Petrobras. Dilma reage como uma pessoa que caiu de um edifício de 20 andares e, de passagem pelo 10º pavimento, olha pra baixo com expressão de alívio: “Até aqui, tudo bem.”

domingo, 21 de dezembro de 2014

Fundo de pensão de professores canadenses perdeu 88% de dinheiro investido em empresa de Eike Batista


Eike: habeas corpus

O fundo de pensão dos professores de Ontário, Canadá, vendeu na semana passada sua participação na Prumo, a ex-LLX, de Eike Batista, por 22 milhões de reais. Em julho de 2007, o Ontário Teachers teve a péssima ideia de tornar-se sócia da LLX, e lá aportar 185 milhões de dólares.

Em resumo, os professores canadenses perderam 163 milhões de dólares em sete anos, um prejuízo de 88%.

Por Lauro Jardim

COMO EM TODOS OS ANOS, AEROVIÁRIOS AMEAÇAM ESTRAGAR O NATAL


Chantagem dos aeronautas durante o fim de ano valeu a pena

Quem for viajar de avião na segunda-feira (22) deve se preparar para eventuais surpresas. A Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da Central Única dos Trabalhadores (FENTAC) não revela locais e horários, mas promete fazer manifestações em alguns aeroportos do País contra o que chama de “intransigência” do Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA).

O SNEA manteve a proposta de reajuste salarial de 6,33%, que inclui a reposição integral da inflação acumulada até 1º de dezembro – data-base da categoria -, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Os trabalhadores reivindicam 11% de aumento salarial e aplicação do INPC nos demais itens econômicos. Segundo o sindicato dos aeroviários, nem nas cláusulas sociais houve avanços. A última rodada de negociação ocorreu na última quinta-feira (18).

Diante da falta de avanços nas conversas, os trabalhadores decidiram em assembleia que vão fazer manifestações “surpresas” em alguns aeroportos a três dias do Natal, quando os saguões deverão estar lotados de pessoas em busca de passar as festas com amigos e familiares.

“Toda a base está mobilizada para esta data. Faremos uma atividade que mostrará o poder de organização dos trabalhadores. O formato será uma surpresa, aguardem”, informa o diretor financeiro da FENTAC e presidente do Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos, Orisson Melo.

Na quinta-feira passada (18) foi cogitado pelas empresas aéreas um reajuste acima da inflação nos benefícios, como vale-refeição e cesta básica. No entanto, as empresas não apresentaram um índice aos trabalhadores. “Eles querem avançar apenas nos benefícios, mas não apresentam um valor, fica difícil negociar”, pontuou o presidente da FENTAC/CUT, Sérgio Dias. Para ele, esse pequeno avanço se deu por conta da paralisação relâmpago das categorias realizada no dia 15 de dezembro, no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. “As empresas perceberam que os trabalhadores não vão deixar de lutar por uma proposta digna”, ressaltou. (Francisco Carlos de Assis/AE)

‘OPERAÇÃO SESI’ LIVROU DILMA DE GILBERTO CARVALHO


Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Dirigentes do PT fizeram lobby para Gilberto Carvalho virar presidente do Incra, que lida com sem-terras, ou Funai (índios), dois dos grandes abacaxis do governo. Desistiram quando Dilma deixou claro, com seu jeito búlgaro de ser, que não o nomearia nesses cargos nem mesmo para puni-lo, e que sua decisão era afastá-lo do governo. Aí nasceu a “Operação Sesi”, a fim de arrumar uma boquinha para o ainda ministro.

Lula conseguiu a boquinha para Gilberto Carvalho com o presidente do Sesi, Jair Meneghelli, veterano petista, ex-CUT e velho amigo.

A repulsa de Dilma por Gilberto Carvalho a fez não mais dirigir-lhe a palavra. Só o recebeu em audiência uma vez, este ano: em 8 de abril.

Dilma ordenou que Miguel Rosseto confirmasse o convite para o lugar de Gilberto Carvalho na secretaria-geral, criando o fato consumado.

Dilmistas convenceram a presidenta que Gilberto Carvalho somente é leal a Lula, a quem conta tudo o que se passa no Palácio do Planalto. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto.

Sarney fez do Brasil puxadinho de sua biografia



Principal representante vivo da irracionalidade arcaica brasileira, José Sarney despediu-se do Senado e dos quase 60 anos de atividade política. Planejou a própria imolação com o esmero de um Napoleão se descoroando. Discursou por quase uma hora para um plenário ermo. Vangloriou-se o tempo todo, exceto num parágrafo, que reservou à autocrítica.

“Precisamos levar a sério o problema da reeleição, que precisa acabar, estabelecendo-se um mandato maior”, disse. “Até fazendo mea-culpa, de arrependimento, eu penso que é preciso proibir que os ex-presidentes ocupem qualquer cargo público, mesmo que seja cargo eletivo. […] Eu me arrependo, acho que foi um erro que eu fiz ter voltado, depois de presidente, à vida pública.”

A caída em si de Sarney foi extraordinária. Só não atingiu a plenitude da perfeição porque chegou com o atraso de uma vida. Ainda assim, trouxe uma dose de alívio. A alturas tantas, Sarney declarou-se grato “ao povo brasileiro”, que lhe deu “a oportunidade de ser presidente da República.” Como se sabe, não foi bem assim.

Depois de encher as praças na luta pelas eleições diretas, a Nova República viu subir ao poder, pela via indireta do Colégio Eleitoral, José Sarney, o vice mais versa da história, grande amigo da ditadura militar até seis meses antes. O povo brasileiro é inocente. Sarney deve sua presidência às conspirações do acaso e às bactérias que invadiram o organismo de Tancredo Neves atrás de encrenca.

Sarney foi um presidente da República precário. Governou mal tão bem que não teve condições políticas de indicar um nome para sucedê-lo. Seu aval cairia sobre qualquer candidatura como uma sentença de morte. Mas havia um grande número de brasileiros dispostos a lançar um olhar condescendente sobre sua ex-presidência.

A despeito de tudo o que houve de execrável na sua gestão, Sarney completara, aos trancos e barrancos, a transição da ditadura para a primeira eleição direta. Deu em Fernando Collor. Mas essa é outra história. O que impediu a reabilitação historiográfica foi a decisão de Sarney de continuar o seu destino de Sarney, candidatando-se a senador pelo Amapá.

Eleito, reeleito e re-reeleito, Sarney foi mais Sarney do que nunca. Presidiu o Senado quatro vezes. Estrelou o escândalo dos atos secretos. Deu emprego a uma sobrinha de sua mulher que morava em Campo Grande; deu um contracheque a uma sobrinha do genro que residia em Barcelona; alçou à folha do Estado um personagem (“Secreta”) que trabalhava como mordomo na casa da filha Roseana Sarney…

Não era o Amapá ou o país que tinha um senador. Era Sarney que tinha o Brasil. Sob FHC e Lula, foi brindado com pedaços do Estado. Sempre fez da administração pública o seu ápice existencial. Cavalgando-a, alcançou a prosperidade privada. Seu nome fundiu-se ao patrimonialismo. Sarney transformou o Brasil em puxadinho de sua próspera biografia.

sábado, 20 de dezembro de 2014

O salvador do prefeito (Chacoalhando o Bambuzal)



Cesar Nascimento
Publicado no Via Vale

Cesar Nascimento homem de pouca cultura, que mesmo sem ter capacidade de escrever e tão pouco interpretar um texto simples, sem nenhum constrangimento intitula-se jornalista. Radialista de sua própria rádio comanda um “jornal” que mais parece uma pornochanchada. Com um português vergonhoso, notícias pirateadas e piadas obscenas, ele e seu fiel escudeiro Ney Lima apresentam o pior e mais vergonhoso jornal da região. Estes escabrosos “jornalistas”, despossuídos de autocríticas soltam suas vozes, sem olhar para trás, sem perceberem que a vida encompridou seus rabos, e que os mesmos, depois de arrastados por aí por tanto tempo estão bem sujos. E todo mundo sabe!

Semana passada o jornal Via Vale denunciou a falta de prestação de contas de uma campanha, feita pela rádio e comandada por esses “gigantes” da credibilidade, para a compra de uma prótese de perna para um cidadão necessitado. A resposta de Cesar Nascimento foi a de sempre. Nenhuma! Passou a atacar o jornal, a se fazer de ingênuo alegando inexperiência em leilões e por isso, passado mais de dois meses, ainda não recebeu de ninguém que arrematou os bens leiloados. É repugnante, para justificar o que parece ser um “grande nó”, ele chama aqueles que estavam lá para colaborar de caloteiros.

Este gabola também é político, é até presidente de partido, PSC. Já se candidatou a prefeito, foi o penúltimo colocado entre seis candidatos. Se candidatou duas vezes a deputado estadual, perdeu feio as duas eleições. O povo o coloca no seu merecido lugar, faz piada da sua insignificância, mas ele é teimoso e sem vergonha, continua insistindo.

O que o povo rejeita o atual prefeito abraça, encheu a prefeitura de correligionários do PSC a mando do Nascimento. Tem ouvido a “piaba cantar na rádio” com um obsequioso silêncio. É obrigado a assistir e engolir Cesar Nascimento passando por seu representante em uma importante reunião com os vereadores, e pior, levou uma carraspana em público, por tentar estragar o acordo entre ele e os vereadores. 

Desavergonhados, depois da “fumada”, voltaram a se abraçar. E assim irão, nas próximas eleições, juntos para o brejo.

O ATO E O FATO


PAÍS DAS MARAVILHAS.


Recebemos de nossos prestimosos políticos um bom presente de natal e ano novo, com indicativo que de as coisas até o final de 2014 estarão todas resolvidas e que em 2015 o Brasil será o país das maravilhas.

Foi instituído o “Dia Nacional do Macarrão”. É isto mesmo que você está lendo.

É indecente, descabido e imoral, que em um país onde temos problemas básicos de todas as ordens, o Congresso Nacional e a presidência da República percam tempo em editar a Lei n° 13.050, de 8 de dezembro, que institui o dia 25 de outubro como o Dia Nacional de Macarrão, projeto do deputado Luiz Carlos Haully, de São Paulo. 

Imaginemos quantos papéis, tempos e dispêndios desnecessários.

Ora, façam-me o favor, respeitem a decência que nós brasileiros temos.
Eis aqui a prova desta excrescência publicada no Diário Oficial de 9 de dezembro:

“Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI nº 13.050, de 8 de dezembro de 2014.

Institui o dia 25 de outubro como Dia Nacional do Macarrão.

A Presidenta da República, Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica instituído o Dia Nacional do Macarrão, a ser celebrado em todo território nacional, anualmente, no dia 25 de outubro.

Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 8 de dezembro de 2014; 193º da Independência e 126º da República. 

 Dilma Rousseff”.

O que deveria ter sido sim é instituído o dia nacional do “Pau de Macarrão”, e facultado a cada brasileiro o direito de dar uma pancada no dedão do pé de cada político que aprovou o projeto (isto para não ser indecente e propor outros usos).

Leitores, teria muito mais coisas para escrever sobre isto, mas penso que seja melhor parar por aqui, pois a continuar, por certo não verei o sol do natal e ano novo nascer redondo. 

Faço aqui, no entanto, por ser o que me resta, uma oração final: “Pai, livrai-nos destes indecentes”. Amém!