terça-feira, 21 de outubro de 2014

Protógenes condenado


Protógenes tempos difíceisTerminou há pouco no STF o julgamento de Protógenes Queiroz, acusado de desmandos na condução da Operação Satiagraha.

Protógenes foi condenado por unanimidade a dois anos e seis meses de prisão, que pode ser trocada por serviços comunitários.

E mais: perderá o que lhe resta de mandato (que o povo de São Paulo acertadamente cassou pelo voto no último dia 5) e está inelegível por oito anos.O STF encaminhará à Câmara um pedido de cassação imediata do mandato.

Protógenes perde também o posto de delegado da PF.

Não cabe recurso.

Antes de o julgamento começar, Protógenes tentou o impedimento de Gilmar Mendes, mas o ministro não compareceu.

Por Lauro Jardim

Alto endividamento faz Moody's rebaixar nota da Petrobras


Agência de classificação de risco mantém a perspectiva negativa para a empresa cuja dívida ultrapassa 300 bilhões de reais

De mal a pior - Petrobras

A agência de classificação de risco Moody's rebaixou o rating global em moeda estrangeira e local da Petrobras de Baa1 para Baa2, e manteve a perspectiva negativa. Segundo a agência, o rebaixamento reflete o alto endividamento da estatal e a visão de que ele vai diminuir significativamente apenas depois de 2016. Entre os principais agravantes do endividamento estão as pressões negativas sobre os preços do petróleo e sobre o real, assim como os altos compromissos de investimentos. O endividamento da empresa ultrapassa 300 bilhões de reais, segundo o último relatório de resultados. 

"Embora a Petrobras tenha sido relativamente bem-sucedida na execução de seu ambicioso programa de capital e tenha atingido metas de produção agressivas, a alavancagem continua crescendo em 2014, tendo em vista principalmente sua incapacidade de repassar os custos relacionados aos derivados de petróleo importados, à desvalorização da moeda local e ao agressivo programa de investimentos", afirmou Nymia Almeida, da Moody's.

Os ratings da Petrobras poderão ser rebaixados ainda mais se o aumento do endividamento for sustentado por uma proporção entre dívida e Ebitda acima de 5 vezes ou se o crescimento da produção cair abaixo das metas, segundo a Moody's. Um rebaixamento do rating soberano do Brasil também pode pressionar a classificação da empresa.

A agência afirmou que não vê uma elevação dos ratings da Petrobras no curto a médio prazo. "No longo prazo, porém, poderá haver uma elevação se houver redução da alavancagem e um aumento na produção lucrativa e nas reservas, em conjunção com um rating soberano mais alto."

Desde 2012 os aumentos do valor do barril no mercado internacional não são integralmente repassados pela Petrobras aos consumidores, num intento do governo de frear o avanço da inflação. Apenas em 2014, o prejuízo da área de Abastecimento, que controla as importações de gasolina, chega a 7 bilhões de reais. A estatal deixou de ganhar 45 bilhões de dólares desde 2012 devido ao congelamento de preços da gasolina, segundo levantamento do CBIE.

Terceiro boletim do DataNunes desmente o Datafolha, prova que ‘empate técnico’ quer dizer ‘em cima do muro’ e constata que Aécio continua 10 pontos acima de Dilma


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Até recentemente, o Brasil esquecia a cada 15 anos o que havia acontecido nos 15 anos anteriores.O intervalo entre os surtos de amnésia foi dramaticamente reduzido.

No caso das pesquisas eleitorais, por exemplo, o país agora esquece a cada 15 dias o que aconteceu faz 15 dias. O afundamento do Datafolha e do Ibope consumado em 5 de outubro mal completou duas semanas. Mas parece mais antigo que o naufrágio do Titanic, informa a credulidade de incontáveis nativos reapresentados a levantamentos estatísticos que prenunciam a reprise do desastre.

A pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira é apenas outro chute de longa distância que vai mandar a bola às nuvens ou fazê-la roçar o pau de escanteio. Na sopa de algarismos servida pelo instituto na semana passada, Aécio Neves tinha 51% dos votos válidos e Dilma Rousseff, 49%. Nesta tarde, ela apareceu com 52% e ele com 48%. Quer dizer que a candidata à reeleição ultrapassou o adversário tucano e lidera a corrida?

Não necessariamente, previne a margem de erro de 2% (para cima ou para baixo). O que há é um “empate técnico”, expressão que quer dizer “em cima do muro”. Tanto ela quanto ele podem ganhar, descobriram os videntes de acampamento cigano. Em números absolutos, Dilma teria subido em quatro dias 4 milhões de votos. (Ou 2 milhões, murmura a margem de erro para baixo; ou 6 milhões, grita a margem de erro para cima).

Sejam quais forem as reais dimensões da multidão, é gente que não acaba mais. De onde teria saído? Das grutas dos indecisos ou dos porões que abrigam os que pretendem votar em branco é que não foi: segundo o mesmo Datafolha, esse mundaréu de eleitores não aumentou nem encolheu. Teriam legiões de aecistas resolvido mudar de lado? Pode ser que sim, avisa a margem de erro para cima. Pode ser que não, replica a margem de erro para baixo.

A coisa fica mais confusa quando se fecha a lente sobre as cinco regiões em que se divide o mapa nacional. Os dois institutos enxergam Aécio com vantagem considerável no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste. Dilma reina no Nordeste e vence no Norte. Seria esse patrimônio eleitoral suficientemente encorpado para impor-se ao restante do Brasil? Não, adverte a recontagem dos índices e eleitores de cada região. (“Nem que a vaca tussa”, diria a presidente cujo vocabulário anda tão refinado quanto o andar de John Wayne ao fim de um dia de filmagem especialmente exaustivo).

Os horizontes se turvam de vez com a contemplação isolada das unidades da federação. Sempre segundo as usinas de índices contraditórios, Aécio já superou Dilma no Rio Grande do Sul, equilibrou a disputa no Rio, assumiu a liderança em Minas Gerais, cresceu extraordinariamente em Pernambuco. Subiu em praticamente todos os Estados. Mas a soma dos levantamentos estaduais avisa que foi Dilma quem cresceu mais. As alquimias dos ibopes da vida, decididamente, não são acessíveis a cérebros normais.

Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno. Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%. Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45%.

A troca de acusações intensificada nos últimos dias nada mudou. Os simpatizantes do PT não ficaram chocados com as agressões verbais de Dilma, nem estranharam o vocabulário de cabaré vagabundo usado por Lula. Sempre foi assim. Os partidários de Aécio, exaustos do bom-mocismo que contribuiu para a derrota de Serra em 2002 e 2010 e para o insucesso de Geraldo Alckmin em 2006, aplaudiram o desempenho do líder oposicionista.

Graças à altivez e à bravura de Aécio, pela primeira vez os vilões do faroeste não conseguiram roubar até a estrela do xerife. Pior: desafiados publicamente, os campeões da insolência piscaram primeiro. No debate da Record, Dilma escancarou já na entrada do saloon a decisão de fugir do tiroteio verbal que esquentou o confronto no SBT. Compreensivelmente, Aécio resolveu levar a mão ao coldre com menos frequência. Mas os fatos e a sensatez recomendam que se mantenha na ofensiva.

Foi depois do debate na Globo, o último promovido no primeiro turno, que um Aécio Neves exemplarmente combativo assumiu de vez o papel de porta-voz dos muitos milhões de indignados. A tática do coitadismo, adotada por Dilma por ordem de Lula, é mais uma prova de que a seita lulopetista está com medo. Teme que o adversário utilize toda a munição de que dispõe e faça com Dilma o que Dilma fez com Marina Silva. O clube dos cafajestes sonha com um líder oposicionista desarmado.

Sobretudo por isso, Aécio Neves tem o dever de manter engatilhado o trabuco retórico. Ele representa hoje o Brasil que resiste há 12 anos a um bando para o qual os fins justificam os meios. No domingo, o país não vai simplesmente optar entre um homem e uma mulher. A nação escolherá entre a decência e o crime, a honradez e a corrupção, o Estado de Direito e o autoritarismo bolivariano, os democratas e os liberticidas, a luz e a treva, a modernidade e a velharia.

Mais que o segundo turno da eleição presidencial, vem aí um plebiscito: o PT continua ou para? Segue colecionando delinquências impunes ou cai fora? A primeira alternativa mantém o país enfurnado na trilha do atraso. A segunda pavimenta a estrada que leva para longe do primitivismo e conduz ao mundo civilizado.

Por Augusto Nunes

Dança dos números: pesquisa Veritá mostra Aécio liderando com 53,2% dos votos



O senador Aécio Neves (PSDB) seria eleito presidente da República com 53,2% dos votos válidos, caso a eleição fosse hoje. É o que diz pesquisa do instituto Veritá, encomendada pelo jornal Hoje em Dia. A presidente Dilma Rousseff (PT) não seria reeleita pois conta com 46,8% da preferência do eleitor. O tracking tucano mostra, há dias, 54% para Aécio e 46% para Dilma.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 de outubro e ontem e a margem de erro é de 1,4 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento descarta o empate técnico, já que no pior cenário de Aécio e no melhor de Dilma, o tucano continua à frente. Se forem considerados os votos totais, o senador Aécio Neves teria 47% das intenções de voto. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo.

De acordo com o Veritá, a rejeição da presidente Dilma é maior que a do senador. O índice de rejeição dela é de 46,1% dos eleitores. Já 39,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Aécio Neves.

O instituto também perguntou quem os entrevistados acreditam que será eleito o próximo presidente da República, no dia 26 deste mês. Para 56%, o senador tucano vencerá a disputa. Os outros 44% acreditam que a petista sairá vitoriosa.

A amostragem da pesquisa é 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de confiança é de 95%.

30 momentos em que Dilma e o PT censuraram ou dificultaram investigações e o acesso a informação


O Implicante

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Na TV, a campanha petista, apostando na fraca memória do eleitor, vem defendendo que tanto escândalo em sua gestão junto ao governo federal só tem sido possível graças à liberdade dada por eles para que se investigasse todos os casos. Mas o Implicante traz uma breve lista com 30 dos exemplos mais recentes para provar que a realidade é bem outra. Ou seja, que a fala de Dilma em seu programa eleitoral não passa, na melhor das hipóteses, de devaneios de sua equipe de marketing. Na pior das hipóteses, de falha de caráter mesmo:

Pacificamente


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Tesoureiro do PT citado no petrolão é delegado da campanha de Dilma


Documento obtido pelo site de VEJA mostra que João Vaccari Neto tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

João Vaccari Neto, bancário, tesoureiro do PT, ex-presidente da Bancoop, em 2010

Desde que o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa veio a público, a campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) entrou em pânico: criou uma força-tarefa para evitar que as novas revelações causassem estrago no projeto de reeleição da petista, redobrou os ataques ao adversário Aécio Neves (PSDB) e barrou o depoimento do tesoureiro João Vaccari Neto à CPI da Petrobras. Não à toa: nove anos após o estouro do escândalo do mensalão, outro homem-forte responsável por cuidar das contas do partido aparece às voltas em um caso de corrupção, agora como o pivô de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro. Paulo Roberto Costa afirmou textualmente que parte da propina desviada da estatal chegou às mãos de Vaccari. “Dentro do PT, a ligação que o diretor de serviços tinha era com o tesoureiro na época do PT, o senhor João Vaccari. A ligação era diretamente com ele”. Ainda segundo o delator, dois terços da propina ficavam para o PT quando a diretoria era comandada pelo PP. Já nos setores diretamente controlados por petistas, a propina seguia diretamente para o caixa do partido.

A função de Vaccari, no entanto, vai além de cuidar do financeiro do PT: ele tem posto privilegiado no projeto eleitoral da presidente Dilma. Documento obtido pelo site de VEJA mostra que o tesoureiro foi nomeado delegado da campanha de Dilma e tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Tamanha é a autonomia que Vaccari, tem, inclusive, a prerrogativa de fazer petições e assinar as credenciais dos fiscais da coligação.

Ao lado dele estão outros quatro delegados – todos ocupam posições no projeto de reeleição de Dilma: o secretário-geral do PT, Geraldo Magela, deputado federal derrotado na única vaga ao Senado pelo Distrito Federal; o ex-presidente do diretório paulista do PT e tesoureiro da campanha, Edinho Silva; o ex-ministro do TSE, Arnaldo Versiani, e Luis Gustavo Severo, ambos responsáveis pela área jurídica da campanha.

Embora tenha sido apontado como a ponte para o recebimento da propina, o PT tem se mostrando reticente a afastar o tesoureiro. Ao contrário: saiu em defesa dele e processou Paulo Roberto Costa por difamação.

Durante debate entre os candidatos à Presidência realizado no último domingo, Dilma evitou se voltar contra Vaccari. Questionada por Aécio se confia no tesoureiro, a presidente tergiversou: “Da última vez que um delator denunciou pessoas do seu partido, no caso do metrô e da compra dos trens, o senhor disse que não ia confiar na palavra de um delator. Eu sou diferente. Eu sei que há indícios de desvio de dinheiro. O que ninguém sabe é quanto foi e quem foi. Isso é muito importante”, disse. 

O tucano insistiu na pergunta, ressaltando os tentáculos do esquema de propina podem alcançar outros órgãos, como a hidrelétrica de Itaipu, da qual Vaccari integra o Conselho de Administração. Mas a presidente novamente se esquivou: “Eu mando investigar. Eu faço questão que a Polícia Federal investigue. Eu não transferi nenhum delegado para outro Estado, eu não engavetei processos. É isso que não pode ocorrer no Brasil”, disse.

Conforme mostra o site da Itaipu, também faz parte do Conselho de Administração do órgão o ministro licenciado da Casa Civil e braço-direito de Dilma Aloizio Mercadante, cotado para assumir o Ministério da Fazenda caso a petista seja reeleita. Mas a relação de Mercadante e Vaccari vem de longa data: nas eleições de 2002, quando conquistou a vaga no Senado, o ex-ministro tinha Vaccari como segundo suplente.

NYT: PETROLÃO É DESAFIO PARA ‘AMARGA’ CAMPANHA DE DILMA


A candidata à presidência, Dilma Rousseff (PT) participa do debate no segundo turno, promovido pela Rede Record, neste domingo (19)

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, delator de um esquema de corrupção na empresa, é tema central de uma reportagem de página inteira na edição desta segunda-feira do principal jornal dos Estados Unidos, o The New York Times. As denúncias do esquema de proporções “épicas” estão contribuindo para aumentar a incerteza na reta final da corrida presidencial, destaca o texto.

A reportagem, assinada pelo correspondente do jornal no Brasil, Simon Romero, começa contando a história de Costa, que vivia o sonho que todo homem de petróleo tem. Era dono de um iate, um carro blindado e tinha mais de 25 milhões de dólares em bancos no exterior. Mas com ele envolvido no esquema de corrupção da Petrobras, o sonho acabou recentemente e o engenheiro e ex-diretor da empresa pode perder tudo isso, destaca o Times.

“O caso se apresenta como um grande desafio para a presidente Dilma Rousseff, que está em uma luta amarga pela reeleição contra Aécio Neves, que vem ganhando ímpeto com a aproximação das eleições”, destaca o texto, lembrando que Dilma presidiu o conselho da Petrobras durante o período em que Costa disse que montou o esquema de corrupção e ainda escolhe quem vai comandar a empresa.

O NYT cita a revelação feita por Costa de desvios de até 3% do valor de contratos da Petrobras para partidos da base aliada. ”O depoimento de Costa está tumultuando uma já tumultuada corrida presidencial”, destaca o jornal. O Times ressalta ainda que o escândalo na Petrobras traz à tona duas visões diferentes de como a petroleira, “que fez uma das maiores descobertas de petróleo deste século”, deve ser gerenciada. Desde que assumiu a presidência do Brasil, Dilma aumentou o controle estatal na empresa. Já o candidato do PSDB, Aécio Neves, declarou que as denúncias de corrupção na empresa mostraram que sua administração ficou muito politizada, de acordo com o jornal. (Veja/Com Estadão Conteúdo)

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Petistas usam foto fraudada de Neymar em campanha. É o vale-tudo!

No dia 24 de agosto, Neymar publicou uma foto nas redes sociais com uma mensagem em que dava os parabéns a seu filho, Luca, comemorando seu aniversário. Pois é… Partidários da petista Dilma Rousseff fraudaram a imagem. Em lugar na homenagem ao filho, aparece uma falsa declaração de voto a Dilma. Vejam.

foto fraudada

Pior: um site da campanha de Dilma publica a foto como se verdadeira fosse. Vejam.

site petista com Neymar

A 9ine, a empresa que cuida da imagem de Neymar no Brasil, divulgou uma nota oficial a respeito. Leiam.

“A 9ine vem por meio deste comunicado esclarecer a todos que nos últimos dias tem circulado, em diversas redes sociais, uma imagem do jogador de futebol Neymar indevidamente alterada. A verdade é que o atleta postou uma foto sua segurando um cartaz com mensagem de parabéns ao filho, por quem ainda declara o seu amor. O que aconteceu é que a frase foi maldosamente alterada em beneficío de um partido político. A 9ine, como parceira da NR Sports, que é a empresa responsável pelo gerenciamento de imagem de Neymar, esclarece, a pedido de seu atleta, que Neymar não divulga o voto e que qualquer imagem partidária envolvendo opção de voto do jogador é falsa.”

Por Reinaldo Azevedo

No Datafolha feito hoje, Dilma tem 52% dos válidos, e Aécio, 48%


O Datafolha realizou uma pesquisa nesta segunda-feira. Dilma Rousseff, do PT, aparece à frente de Aécio Neves, do PSDB. Se a eleição fosse hoje, segundo o instituto, a petista teria 46% dos votos totais, contra 43% do tucano. Nos votos válidos, ela teria 52%, e ele 48%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos, para cima ou para baixo, o que coloca os candidatos tecnicamente empatados.

Ainda segundo o Datafolha, a rejeição a Aécio passou de 38% para 40%, num sinal de que a campanha de difamação movida pelo petismo surtiu efeito. Aliás, independentemente das afinidades eletivas, a pior mensagem que esses números do Datafolha passam, a estarem certos, é esta: a pauleira funciona. A máquina do partido de destruir reputações deve se sentir muito orgulhosa.

É claro que o PT não pode sair por aí cantando vitória, até porque seus próprios números não endossam essa diferença. Ou por outra: a pesquisa do Datafolha é bem melhor para o PT do que aquelas que o próprio partido encomendou.

Por Reinaldo Azevedo